Poupar com um propósito

Acredito que para muitas pessoas um artigo com dicas de poupança seja tão tolinho quanto um que ensine a apertar sapatilhas de velcro. De facto, a teoria da coisa não confunde ninguém: temos um valor disponível, despesas fixas, flutuantes e supérfluas, e o truque é gerir todas estas variáveis de forma a conseguir colocar um determinado montante de parte. Sabemos, no entanto, que estas coisas na prática nem sempre correm tão suavemente e que muitos não têm grande aptidão para organizar as suas finanças. Felizmente, não é o meu caso. Durante vários anos consegui orientar-me bem com uma mesada, raramente precisando de um extra e conseguindo ainda ter algumas despesas supérfluas. Ser organizada não significa que seja sempre frugal: já gastei bastante dinheiro em compras de uma só vez, por exemplo, mas sempre tudo planeado, nada por impulso. Posso gastar uma centena de euros nuns óculos de sol, sabendo que nas semanas seguintes terei que ser mais contida. 


Quem costuma cá passar saberá que comecei a trabalhar recentemente e que tenho em vista um objetivo que requer uma poupança considerável. Como acho que os prazos e os objetivos podem ser uma fonte de motivação, aconselho esta estratégia também a quem quer poupar sem ter um propósito com delimitação material ou temporal. Por exemplo, caso estejam a poupar apenas para ter um fundo de emergência, o objetivo pode ser "poupar X até determinada data", sendo que alcançando o valor mínimo a que se propuseram podem relaxar e passar a fazer reforços menos regrados a essa poupança. Como irão ver, penso que o truque de poupar reside principalmente em gerir prioridades:



1 - Definir um valor mínimo mensal. Quanto a vós não sei, mas se não decidir poupar um determinado valor acabo por gastar tudo. Há sempre roupa, sapatos, cosméticos e livros para comprar, filmes para ver e sítios para ir. Tenho jeito para gastar dinheiro e tenho que me regrar para não descambar. Para isto, basta calcular as despesas fixas mensais e ver quanto sobra do valor mensalmente disponível. Daqui define-se um montante mínimo mensal tendo em conta quanto desejamos reservar para despesas supérfluas. Essa decisão é muito pessoal: alguns preferem poupar muito num curto espaço de tempo, reduzindo as despesas supérfluas ao mínimo, outros gostam de poupar segundo um ritmo mais descontraído;



2 - Criar uma conta poupança/2ª conta à ordem. OK, já decidiram o valor mensal da poupança. Se são super regrados, controlados e tiram extratos bancários duas vezes ao dia, perfeito. Mas a maioria, na qual me incluo, precisa de adotar uma estratégia do tipo longe da conta, longe da tentação. Esta é uma postura que funciona em muitas áreas da vida: se não quero encher o meu corpo de chocolate e batatas fritas, deixo as guloseimas na prateleira supermercado. Da mesma forma, se não quero cair na tentação e fazer uma compra que me arruine os planos de poupança, coloco, a cada mês, esse dinheiro numa conta à qual não tenha o acesso tão facilitado; 


3 - Planear as despesas secundárias. Para mim, o cerne da questão. Afinal, sabemos quanto temos disponível e quanto queremos poupar, mas as despesas secundárias, caso não tenhamos cuidado, tendem a flutuar. O verdadeiro truque pode ser retirar da conta principal o valor da poupança, mas eu gosto de seguir o passo adicional de planear os extras de determinado mês: este mês invisto em cuidados de pele e em livros, no próximo em roupa e calçado de outono, etc. Assim não há grande espaço para surpresas ou desejos de consumo de última hora;


4 - Marmitar ou não marmitar? Quando falamos em reduzir despesas, esta é uma das estratégias mais evidentes. Eu, no entanto, acho que nos remete para a questão das prioridades. O meu caso: não gosto de cozinhar todos os dias (nem, alternativamente, perder um sábado ou domingo a preparar as refeições da semana) e acho que comer fora é mais prático e confortável. Tendo acesso a um refeitório com opção vegetariana em que o valor mensal das refeições representa uma pequena fração (1/20) do meu rendimento mensal, compensa-me não levar marmita. Para quem preze mais a qualidade da comida (sabemos que as opções de refeitório não são brilhantes), não se importe de ter essa preocupação extra com a preparação das refeições ou não encontre opções de almoço baratas e completas, marmitar poderá ser a opção lógica; 


5 - Aproveitar promoções e usar cartões de lojas. Eu não sou a maior fã dos cartões das lojas porque sinto que me restringem a liberdade enquanto consumidora. Por exemplo, tendo cartão Bertrand e querendo comprar um livro, é provável que acabe por escolher o centro comercial com base no facto de nele existir, ou não, uma Bertrand. Ainda assim, não deixo de reconher a utilidadade destes cartões e das promoções dos supermercados, que podem ajudar bastante quem está a tentar poupar. Consultar os folhetos promocionais dos supermercados enquanto faço a minha lista de compras semanal é já um hábito adquirido. Mas ainda há alguém que compre escovas e pasta de dentes que não estão em promoção?



Qual a vossa relação com a poupança?  Há alguma dica imperdível que tenham vontade de partilhar?

45 comentários

  1. Adorei as dicas. Eu até gosto de cozinhar por isso não costuma haver problema para mim nessa área.
    Beijinhos
    http://eyeelement.blogspot.pt/

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  2. Sigo várias destas dicas, no poupar é que está o ganho ;)

    Beijinho

    Lina Soares
    https://trintaporumalinhanoticias.blogspot.pt

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  3. tenho mesmo que por estas coisas em prática porque, ultimamente, tem sido tantas as coisas giras que quero comprar e tantos os sítios que quero ir que desconfio que vou chegar ao próximo verão sem dinheiro que chegue para fazer algumas atividades especiais com os meus amigos!
    desde que criei uma conta no multibanco que até gasto mais, por ter o dinheiro sempre à mão, tenho que enterrar o cartão :p
    mesmo assim, gostei das dicas, vou tentar por algumas em prática, especialmente a da poupança mensal...
    beijinhos, Noelle :) http://supergirlinconverse.blogspot.pt/

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  4. Concordo com as dicas e ponho-as todas em prática. O meu principal truque é nunca usar o cartão de multibanco, porque é sempre mais fácil usar o dinheiro de plástico do que o real. Por isso, normalmente levanto o dinheiro para cada semana e tento ao máximo não levantar mais e usar apenas o que levantei. O que sobrar fica para a semana seguinte. Também gosto de tirar sempre 10% do que ganho para uma poupança específica, como férias ou algo que queira comprar. Basicamente é quanto me pago a mim própria.

    Beijinho,
    Vanessa

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    1. Se gostas de usar dinheiro real em vez de cartão talvez te interesse o sistema dos envelopes. Eu também tenho o hábito de levantar o dinheiro para cada semana, mas ainda assim é demasiado fácil ir ao multibando e levantar mais, por isso gosto de pôr de parte aquele que não quero mesmo gastar.
      Beijinhos!

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    2. O sistema dos envelopes é mais ou menos o que faço, se bem que não tão complexo.

      Beijinho,
      Vanessa

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  5. Eu não achei o post nada tolinho, mas sim interessante...

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  6. Eu sigo algumas das dicas que aqui partilhaste e a verdade é que resulta mesmo! Confesso que nem sempre sou muito regrada, principalmente quando se trata de livros e calçado! Mas, como neste momento, tenho um objectivo em mente para o próximo ano, é-me mais fácil regrar os gastos (para ajudar à motivação tenho uma revista de uma agência de viagens na secretária aberta na página com a viagem que quero fazer no próximo ano! De cada vez que ponho os olhos nela, a vontade de comprar mais um par de ténis esvai-se um bocadinho!)

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    1. Bela forma de motivação =)
      Eu ando a descobrir todo um poder de auto-controlo, mesmo! É muito útil percebermos se queremos comprar porque precisamos/gostamos mesmo ou pela vontade de ter e pela experiência da compra. Já me apanhei a pensar em comprar determinadas coisas que nem sequer uso e que, depois de refletir, percebo que não quero começar a usar (acontece-me imenso com a maquilhagem: penso em comprar primers, esponjas, pincéis, iluminadores e o diabo a quatro, quando na verdade gosto da simplicidade de usar o mínimo, espalhar a base com os dedos e estar pronta em três minutos). Raio da sociedade de consumo dá-nos mesmo a volta!

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  7. Penso que o problema da maioria das pessoas é meterem-se em demasiadas prestações para o rendimento que têm e por isso torna-se praticamente impossível poupar. Pessoalmente tento seguir várias dicas das que falaste e até consigo, mas é preciso estar constantemente a resistir a tentações e orientar muito bens as coisas, com dois filhos há extras constantes :))

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  8. Que belo post, Nádia! Ajuda imenso. Eu poupo um bocadinho nos almoços porque como trabalho em casa, almoço sempre sempre em casa, a não ser que esteja a visitar clientes longe de casa, mas é raro. E aqui, com a crise gigante que está, os preços todas as semanas a subirem, optei por fazer stock, principalmente das coisas que uso muito e que não se estragam armazenadas, como fraldas (que estão pela hora da morte e eu com gémeos tenho uma despesa imensa) toalhitas, arroz, massa... E todos os meses ponho alguma coisa numa conta que não tenho cartões nem nada, fica lá, para uma emergência, ou para uma loucura... :)
    Beijinhos

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    1. Obrigada, Ana =)
      Eu tive muita sorte com o meu local de trabalho porque tenho um refeitório mesmo baratinho, então é um descanso. Mas também gosto mais da comida que faço em casa.
      Imagino que as fraldas sejam uma compra chata... quando passo nesse corredor no supermercado e vejo os preços até fico em choque :P

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  9. Eu, faço o seguinte: assim que recebo, coloco logo um valor na poupança. E dali não sai. Vou ter que me aguentar o resto do tempo com o que sobra. Isto é recente, porque não poupava nada. Tinha livros por todo o lado, ia a concertos e a espetáculos. Mas continuo a fazer isso, mas só aos bons. E poupo.
    Beijos e obrigada pelas dicas.

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  10. Eu, faço o seguinte: assim que recebo, coloco logo um valor na poupança. E dali não sai. Vou ter que me aguentar o resto do tempo com o que sobra. Isto é recente, porque não poupava nada. Tinha livros por todo o lado, ia a concertos e a espetáculos. Mas continuo a fazer isso, mas só aos bons. E poupo.
    Beijos e obrigada pelas dicas.

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    1. É mesmo a melhor tática, Dee! Quanto mais não seja porque algures a meio do processo de tirar o dinheiro da poupança o nosso lado responsável aparece e diz-nos para ganharmos juízo :p

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  11. Não consegui deixar de sorrir ao ler este texto por saber que a Nádia vive com os pais, anda de transportes públicos e não tem descendência, pelo que para poupar para a tão desejada cirurgia plástica com que fantasia só teria de ser mais comedida com as compras na Asos. Para quem paga renda, carro, contas da casa e a comida para pôr na mesa de jantar para os filhos este texto é capaz de soar um bocado imaturo.

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    1. Oh anónimo (acho tão giro que quando querem ser parvinhos nunca têm nome), cada pessoa tem a sua realidade e eu não tenho culpa das particularidades das vidas dos outros. Uns vivem a realidade que escolheram, outros aquela que as circunstâncias lhes impuseram. Quem escolhe ter automóvel e filhos para vestir e alimentar terá as suas prioridades, eu tenho as minhas que não são menos válidas. Vá, beijinhos e um comprido para a azia.

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    2. Pronto!! Já está tudo estragado, já me zanguei! Então mas só porque a Nádia tem uma realidade e a pessoa "anónima" tem outra vem para aqui dizer que o posto é imaturo?
      Olhe, eu digo.lhe já, eu devo ter uns bons anos mais que a Nádia, tenho 3 filhos, 2 carros (olhem só a loucura), casa, e todos temos que vestir e comer e etc. TODOS temos as nossas maneiras de poupar, mas, MESMO assim adorei o post dela, e acho, digo-lhe já, de uma maturidade IMENSA este post , eu, na idade dela não tinha metade de certeza.
      E já agora... nunca ouviu falar que se não tem nada agradável para dizer, não diga nada?

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  12. Querida Nádia, não podias ter dado melhor resposta ao anónimo. Acho que tens excelente relação com o dinheiro. Pareces-me bastante sensata. Aquilo que gastas e em quê, é literalmente da tua conta.

    Sei que não acrescentei nada... Mas fiquei e fico continuamente surpreendida com estas pessoas que parecem julgar que a única opção de vida que têm, é a standard: cônjuge, filhos, casa e contas naturalmente...

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    1. Credo, Carmen. Aparece-me cá com cada uma (eu acho que é sempre a mesma, benzádeus).

      Beijinhos =)

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  13. Percebeu mal o ponto. Não se trata de escolhas de vida. Sou o anónimo anterior e sou solteira e não tenho filhos. Só que não vivo com os meus pais e portanto tenho gastos consideráveis que advêm da minha escolha de não viver sob a alçada de outrem. Eu trabalho e vivo para mim. Como tal, nunca teria a lata de escrever um texto de conselhos de poupança que pode ser lido por pessoas com um pouquinho de mais responsabilidades e encargos do que os meus. Parece-me condescendente alguém recem empregado achar que já pode opinar sobre boas técnicas de poupança. E Carmen... ter conjugue e filhos pode não ser uma opção standard, mas ter casa e contas naturalmente é. Daí que para mim este texto tenha pouco valor e seja imaturo.

    Nádia, pelo que percebi oposições não são bem vindas neste espaço. É uma pena.

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    1. Anónima: Gente passivo-agressiva não é bem-vinda no meu espaço. Parecendo que não, é diferente de opiniões contrárias. Percebo que a anónima não tenha a lata de escrever um texto semelhante... afinal, nem tem a lata de assinar com o seu nome.

      Quanto ao meu artigo, que é o que interessa - a partir do momento em que trabalho, tenho despesas fixas e um plano de poupança, tenho toda a legitimidade para sugerir as dicas que sigo. Até poderia ser lido pelo menino jesus, se as dicas são boas (e eu acho que são, senão não as teria partilhado) podem ser apropriadas por qualquer pessoa que as considere úteis. Já a anónima pode informar-se sobre poupança com alguém tenha cinco filhos, dois coelhos e um gato cego, que já deve cumprir os seus requisitos de uma opinião com valor.

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    2. Realmente anónimo, não sei em que mundo é que vive.

      Que eu saiba, neste 'meu' Portugal pequenino, você, a Nádia, eu, qualquer, pessoa pode, em princípio, opinar. Se há assuntos que não são da conta de ninguém (por exemplo as opções relativas a despesas da Nádia) outras há que não dependem necessariamente de determinado grau de conhecimento e/ou experiência. Ou isso ou estaríamos muito mal se neste mundo ninguém se pudesse expressar sobre praticamente nada por não passar no seu crivo. Além disso, este é um blogue pessoal, como qualquer pessoa responsável deveria saber.
      Já agora anónimo, feliz ou infelizmente -e acredite ou não - ter casa (em sentido lato e em sentido estrito, veja-se a distinção no inglês) não é uma opção standard para toda a gente, mas, em Portugal, se casar (tendo filhos, ou não) convém que haja uma casa de morada de família (veja no código civil). E as despesas são maiores, menores ou até praticamente inexistentes (se estivermos só a falar de trocas em moeda corrente) consoante as tais opções de vida... E essas fazem toda a diferença, como sabe.

      Como diz uma pessoa que me é muito querida e trabalha com dinheiro há mais de 30 anos e já viu de tudo: não é o que se tem ou o que se ganha, é como se gasta.

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    3. Já agora anónimo, deixe-me tomar a liberdade de lhe sugerir que explore mais este mundo em que vivemos. Pode começar já, online.

      A diversidade é tanta, no que toca a modos de vida, que acredito que vai ficar surpreendido!
      Tal como eu, constantemente... :)

      Acredito que questionar tudo é um excelente lema de vida.
      Felizmente não temos de ter todos o mesmo ponto de vista. E pode até achar que não, mas eu respeito o seu.

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  14. Dicas excelentes! Eu considero-me uma pessoa poupada, mas reconheço que quando quero, sei esbanjar euros como a água que corre pelo rio... E depois quem fica a boiar sou eu, como sempre!
    Felizmente, ultimamente ando-me a conter porque para além de ter entrado para a universidade e saber que a maior parte dos meus gastos recairá nos materiais para trabalhos, sei que não sou rica e que poderá surgir alguma emergência, e nada melhor do que estarmos bem preparados para tal!

    A Vida de Lyne

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  15. Adorei as dicas! Ultimamente tenho aplicado algumas dicas para eu mesma poupar e estão a resultar!

    Beijinhos
    That Girl

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  16. Eu também tenho as minhas rotinas de poupança e sigo alguns dos teus conselhos. Tenho uma conta poupança para deixar de contar com o dinheiro que ponho de parte e tenho objetivos de poupança mensais. Para além disso, costumo fazer um orçamento por grandes rubricas e vou controlando os gastos por categoria também para ir percebendo onde é que me ando a "perder". Eu tento usar o multibanco em detrimento de dinheiro físico porque me é mais fácil manter memória dos gastos; quando levanto dinheiro acabo por gastá-lo às vezes sem me lembrar bem onde...

    nem mais nem menos | Facebook | Instagram

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  17. Gostei muito das dicas! Isto na teoria é muito fácil ('ah, gasta-se menos nas compras, aperta-se o cinto...'), mas a maior parte das pessoas precisa mesmo de fazer uma coisa palpável, como criar uma conta-poupança. O assunto surgiu muitas vezes na questão dos duodécimos - a minha avó, por exemplo, ficou muito surpreendida porque a irmã criou uma conta para depositar o valor mensal e no fim ter o valor total, como se recebesse o subsídio de uma vez. Bem eu tentei explicar que ia dar ao mesmo, mas para ela é muito melhor receber tudo de uma vez, rende mais e os valores diluídos não dão para nada. Para quem tem esta mentalidade o segundo ponto é ótimo :)
    As marmitas potenciam muita poupança, é verdade, e temos a garantia de que comemos coisas saudáveis e de que gostamos, mas as cantinas em termos de preço costumam ser uma boa escolha. A do teu trabalho ter opção vegan é fantástico, deve tornar tudo muito mais fácil (preparar refeições é sempre aquela coisa!). Eu acho piada a ementas de cantinas vegetarianas/vegan, costumam ter opções variadas e recorrer a produtos mais 'específicos' (fazendo coisas como 'bifinhos de tofu com cogumelos' ou 'croquetes de seitan'). Quando tenho oportunidade gosto de escolher essa opção e acho que até faz com que muitas outras pessoas que de outra forma não considerariam o regime alimentar tenham contacto com ele e se apercebam de que não é a coisa caricaturada por que às vezes outros o fazem passar :)

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  18. O que eu faço é colocar logo de parte, assim que recebo o meu ordenado, o montante das despesas mensais fixas. Tenho alguma facilidade em poupar mas esse passo é importante para mim porque sei que, se houver alguma emergência ou situação dispendiosa, tenho as contas pagas e o resto posso ir gerindo.

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  19. Mais um dos teus posts fantásticos, parabéns!
    No meu caso tenho mesmo de levar marmita, a trabalhar e estudar ao mesmo tempo tem mesmo de ser para poupar visto que comer sempre na cantina já me fica muito fora do orçamento :p

    Beijocas,
    ANDA DAÍ!

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  20. Gostei muito do que escreveste. Ainda ando a aprender a ser poupada. Tenho uma segunda conta mas com tanta facilidade lá meto dinheiro como o tiro e depois parece que vão sempre aparecendo coisas onde gastar. Ou é o carro, ou são uns sapatos que estragaram e por aí...

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  21. Gostei do post, tem boas ideias para por em pratica sim, já que, hoje em dia, poupar não é nada fácil.
    Beijinhos e boa semana.

    misscokette.blogspot.pt

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  22. Não sei porquê que este post demorou tanto tempo a aparecer no meu feed de leitura. Eu juro que não percebo o que tem as pessoas de implicar com as dicas que disseram. Eu sou estudante, vivo fora de casa dos meus pais com uma mesada (como se fosse um salário) e aplico praticamente todas as dicas. A da conta poupanºa acho que é a principal, é mesmo colocar lá os excedentes para ser "longe da vista, longe do coração". Só nunca levo marmita porque não tenho tempo neste momento para cozinhar todas as minhas refeições.
    Por onde anda a Sofia?

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  23. Obrigada pelas dicas, nunca são de mais.
    Vou tentar seguir ;)
    beijinhos
    elisaumarapariganormal.blogspot.pt

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  24. De todas a que para mim é mais importante é depositar a poupança numa segunda conta. Assim é como uma batota mental, não se vê, não há.
    Mas excelentes dicas. Espero que te corra tudo bem =)

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  25. Sou poupada por isso adorei o teu post, cheio de boas dicas :) Eu estabeleço prioridades e apartir daí começa a poupança!

    http://missweetie.blogspot.pt/2016/10/revelacao-by-sweetie-mes-de-setembro.html

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  26. Eu tenho um grave problema, não sou "agarrada" ao dinheiro, mas também só faço gastos maiores quando o mês corre acima da média ;).
    De qualquer maneira, boas dicas.
    Beijinhos.

    misscokette.blogspot.pt

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  27. só boas dicas... tenho-as todas em pratica :)

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  28. Adorei as dicas. Cada poupança deve ser adaptada ao estilo de vida de cada um.
    Beijinho*
    http://confissoespecadora.blogspot.pt/

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  29. As dicas são muito boas!

    Vivo em Londres e vivo só com o meu namorado. Como a cidade é cara e a família não está por perto, tivemos de nos habituar a poupar. A nossa melhor forma de o fazer tem sido definir um valor para colocar na conta poupança todos os meses. Parecendo que não, temos conseguido juntar dinheiro para coisas importantes que queremos fazer ou comprar. Também decidimos que cada um paga as despesas em proporção com o ordenado que recebemos. Assim, os dois ficamos felizes e com as contas equilibradas. Achamos mais justo assim.

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  30. eu ainda consigo ser pior que tu xD poupo tanto que ainda me pergunto se posso poupar mais xD

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  31. Realmente escovas e pastas de dentes é sempre em promoção! Ahah. Felizmente também consigo ser bastante poupada mas acho as tuas dicas ótimas para uma pessoa realmente se conseguir orientar nesta questão das poupanças! E quem me dera ter um refeitório disponível com opções vegetarianas :D
    beijinhos, The Fancy Cats

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  32. adoro posts a falar de como poupar. Ainda ontem estava a ver no jornal que este ano foi o ano que se poupou menos. as pessoas não poupam. vejo imensos casos desses no dia a dia , preferem ter belos carros, belas roupas e em casa ter o frigorifico vazio...eu tambem faço imenso disso de ver sempre as promoções e produtos de higiene compro sempre em promoção (compro logo 2 ou 3 ) !
    Beijinhos ♡ O Olhar da Marina

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  33. Tenho todos esses cuidados que referes mas, adicionalmente, aponto numa app todos os meus gastos mensais. Assim que gasto dinheiro, aponto a quantidade e em que foi gasto, em que dia... A aplicação é ótimo (Mobills) porque depois até nos dá dicas do género (só costumas gastar x euros em alimentação, este mês gastaste mais... vê como podes mudar isso) e no final do mês vês o que recebeste e o que gastaste, tudo direitinho. Keep track do que e onde gastamos ajuda-nos a ser mais conscientes em relação às nossas experiências de consumo e a ver onde podemos reduzir ou cortar completamente aquele gasto. Também gosto de, no final do mês, pagas todas as contas e já com o dinheiro retirado para a conta poupança, pegar no que sobra e voltar a colocar na poupança mais algum.

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    1. Olha, depois deste comentário e instalei a app e estou a gostar muito! Super útil, poupa-me o trabalho de ter que fazer o balanço várias vezes durante o mês. Obrigada!

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